Sorte nunca é demais, e quer você acredite nela ou não, é inegável que muitas figuras — de grandes líderes a astros do entretenimento — atribuem parte de seu sucesso a um objeto de “sorte”.
Abaixo, listamos algumas das histórias mais curiosas sobre homens que, em diferentes épocas e contextos, elegeram um acessório ou peça de roupa como reforço de confiança.
Michael Jordan e os shorts da sorte
Michael Jordan fez história na NBA, mas mantinha um traço supersticioso: por baixo do uniforme do Chicago Bulls, ele vestia seus antigos shorts azuis de treino da Universidade da Carolina do Norte.
Para Jordan, aquilo era um lembrete constante de disciplina e humildade adquiridas no basquete universitário.
Seu sucesso — seis títulos da NBA e status de ícone global — tornou essa prática uma lenda.
Os shorts de Jordan marcaram tanto sua carreira que ele é visto falando sobre eles em sua aparição no filme Space Jam, de 1996, e serviram até de inspiração para um calçado de sua marca, o Air Jordan 3 "Lucky Shorts" (via @culturasneakers).
Franklin Delano Roosevelt e o pé de coelho
Na corrida presidencial americana de 1932, FDR encarou o desafio de lidar com a Grande Depressão de 1929, cujos efeitos ainda eram sentidos em todo o país.
Em meio a esse cenário, ele manteve em seu bolso um valioso amuleto, que levou consigo durante toda a campanha: um pé de coelho.
Quer tenha ajudado ou não, o fato é que FDR foi vitorioso. E sua eleição culminou em quatro mandatos na Casa Branca, inclusive durante a Segunda Guerra Mundial, até sua morte em 1945.
A fitinha vermelha de Messi
O astro argentino do futebol ganhou uma fita vermelha de um repórter em 2018, e a partir daí passou a usá-la no tornozelo em jogos importantes.
Curiosamente, o amuleto trouxe tanta sorte que Messi chegou a emprestá-lo para outros companheiros de time em momentos decisivos.
Elvis Presley e o TCB ring
Dar conta do recado é o que Elvis e sua banda faziam, e daí surgiu seu lema “Taking Care of Business”.
Para imortalizá-lo, o Rei do Rock mandou fazer um enorme e extravagante anel de brilhantes com as iniciais TCB.
Dizem que Elvis inclusive encomendou réplicas para dar aos amigos mais próximos, reforçando a ideia de que um simples objeto pode unir uma equipe e relembrar a importância de se manter disciplinado.
Keith Richards e o anel de caveira
O guitarrista dos Rolling Stones usa há décadas um anel de caveira criado pela dupla de joalheiros londrinos David Courts e Bill Hackett.
Esse adorno virou item cult e, segundo o músico, é um símbolo de liberdade e atitude roqueira, acompanhando-o em incontáveis apresentações ao redor do mundo desde 1978.
Manny Pacquiao e o rosário
O boxeador filipino conquistou diversos títulos mundiais e demonstra grande fé católica.
Mas, em vez de um colar de cruz ou escapulário, Manny optou por outra peça devocional.
Durante sua carreira, era comum vê-lo entrando no ringue ou celebrando uma vitória com um rosário no pescoço.
Winston Churchill e o anel de sinete
Durante a Segunda Guerra Mundial, Churchill liderou o Reino Unido contra a ameaça nazista. Filho de família aristocrática, ele costumava usar um anel de sinete familiar.
Apesar de geralmente usado no dedinho, o anel de sinete de Churchill era mais comumente usado em seu dedo anelar, talvez devido ao tamanho da face do anel — mais longa do que o normal para caber símbolos dos dois lados de sua linhagem: Spencer e Churchill.
Na dúvida, por que arriscar?
Cada um desses homens, de épocas e realidades tão diferentes, recorreu a um pequeno objeto que, para eles, fazia diferença. Fosse um elo com o passado, um lembrete de fé ou uma superstição capaz de acalmar a mente.
Dizem que certa vez um visitante entrou na casa de Niels Bohr, famoso físico e vencedor do Prêmio Nobel, e, ao notar uma ferradura pendurada na parede, perguntou:
“Você realmente acredita que ferraduras trazem sorte?”
“Claro que não", respondeu Bohr. "Mas me disseram que funciona mesmo que a gente não acredite.”
Então, na dúvida, melhor não arriscar.
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